Para guardar

Quando eu achava que já sabia de cor todo o processo do recomeço – desde a raiva até a redenção -, eis que a vida me vem com um sentimento novo. Não posso chamá-lo de paz, posto que paz seria uma total consciência das emoções e pensamentos, nem de tranquilidade, já que ainda há certas perturbações me rondando. Então não o nomearei. Sabe-se lá de onde veio essa faísca que queimou a auto-piedade ou desde quando surgiu a confiança que parece me guiar. Isso tudo remete a algo bom, mas soa suspeito. Ainda assim, alguma pontinha da intuição diz que é para guardar bem esse momento aqui dentro.

“Você ainda vai sentir saudades disso”. E, de repente, sinto como se as coisas estivessem se encaixando e, o caminho a ser percorrido, se abrindo na minha frente. Sem rumo ainda, sigo. Mas nunca voltando atrás. Quem sabe essa é a calmaria antes da tempestade que está por vir?

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